Quando a gente vai empurrando
A dor raramente fica só onde começou.
O corpo dá um jeito. Para fugir da dor, você muda a forma de sentar, de pisar, de carregar a bolsa. Aí outra parte passa a trabalhar dobrado.
O dia vai ficando menor. A caminhada fica para depois, você começa a evitar escada e ladeira, o que em Juiz de Fora não é pouca coisa.
O sono piora. E quem dorme mal sente qualquer dor com mais força no dia seguinte.
Como eu atendo
O cuidado começa antes da maca.
Na avaliação eu quero entender a sua rotina: como você trabalha, como dorme, o que já tentou. A dor aparece num lugar, mas nem sempre nasce nele.
Você sai sabendo o que está acontecendo, explicado em palavras que fazem sentido, e com um plano: o que vamos trabalhar nas sessões e o que vale fazer em casa.
E quem cuida de você é sempre a mesma pessoa. Você não precisa contar a sua história de novo a cada semana.